7 dicas para entrar em 2018 com as finanças do seu negócio em dia

Confira sete dicas para que você possa deixar o orçamento do seu negócio mais saudável e começar 2018 com as finanças em dia

Terminar ou começar o ano com dívidas é uma péssima ideia, não é mesmo? Para fugir dessa realidade, só há um jeito: controle financeiro. A falta de planejamento financeiro pode trazer consequências desastrosas como dívidas incontroláveis, que arruínam o orçamento e toda a estrutura da empresa.
Mas com um pouquinho de disciplina e dedicação, é possível se organizar e deixar as finanças em dia. Por isso, apresentamos a seguir várias dicas para colocar as suas finanças em dia e poder usufruir da tranquilidade de virar o ano sem débitos. Continue lendo:

7 dicas para deixar suas finanças em dia:

Planeje o orçamento de 2018

Projete a expectativa de receitas, despesas e resultados para todo o exercício, mês a mês. O orçamento será a bússola que permitirá ao empreendedor confrontar o planejado com o realizado. Isso deve ser feito constantemente, e com tempo de fazer uma intervenção. Portanto, se houver descompassos, o empresário não deve esperar o fechamento do exercício para alterar a rota inicial.

Reinvista o lucro

Se os sócios apenas colherem os frutos, uma hora a empresa vai secar. É fundamental que micro e pequenas empresas definam planos de investimento e usem parte do lucro para levar o planejamento a cabo. Esse capital pode ser destinado, por exemplo, para troca de maquinário, ações de marketing, aquisição de outra empresas ou mesmo como prêmio à equipe que garantirá a sustentabilidade do negócio nos próximos anos.

Um olho na lucratividade, outro nas despesas

Fique atento à lucratividade. Distribuidoras, por exemplo, visam a taxas médias de 5%. Já a indústria, o comércio e o setor de serviços podem mirar em 10%, 15% e 30%, respectivamente. Entretanto, sempre que o indicador se afastar da meta, o empreendedor deve revisitar o planejamento e enxugar as despesas, sobretudo as fixas, com pessoal e instalações.

Mantenha a disciplina

O empreendedor que mantém o controle dos dados econômicos, financeiros e patrimoniais ganha praticidade e transparência na gestão. Isso é vital na hora de buscar investimentos, tomar crédito, negociar prazos e honrar compromissos com parceiros. Plataformas que monitoram entradas e saídas de dinheiro, como ERPs, também ajudam na organização das finanças.

Use indicadores para controlar as finanças

Domine os números do negócio e use indicadores para tomar decisões assertivas e fazer eventuais correções de rota. Para isso, use três ferramentas básicas: o DRE (Demonstrativo do Resultado do Exercício), a projeção do fluxo de caixa e o balanço patrimonial.
O DRE revela a história econômica do empreendimento, e com ele é possível obter a margem de contribuição, o lucro operacional, a lucratividade e a rentabilidade. Quem não faz o DRE pode não se dar conta do risco de operar com margem operacional negativa.
Já a projeção do fluxo de caixa exige olhar para a entrada e a saída de recursos, o estoque e os prazos médios de pagamento e recebimento.
Com o balanço patrimonial, por sua vez, é possível avaliar a liquidez da empresa. Dela dependem a capacidade da honrar os compromissos financeiros e a demanda por empréstimos de curto, médio ou longo prazo.

Gerencie o CMV (Custo da Mercadoria Vendida)

Diante de uma lucratividade negativa, a solução nem sempre é aumentar as vendas. Vale, por exemplo, programar melhor as compras e fugir de qualquer custo emergencial que impacte o CMV e diminua a margem do produto.
Destaca-se que o CMV é, basicamente, a soma das despesas para produzir e armazenar a mercadoria até que a venda seja realizada. Além disso, é importante identificar de onde vazam recursos. Não basta olhar os números isoladamente, mas também acompanhar o histórico do indicador.

Separe as contas

Diferencie as finanças dos sócios das finanças da empresa. Isso ajuda não só na contabilidade como dá uma real noção de quão saudável está o caixa. Mesmo apresentando resultados positivos, a empresa pode estar doente financeiramente, devido a descompassos ou déficit no fluxo de caixa.


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Fonte: PEGN

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