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Lojas compartilhadas viram opção econômica para empreendedores que querem um ponto físico

Loja colaborativa tem o expositor fixo, que paga taxa mensal de R$ 150 mais 20% sobre as vendas, e o expositor flutuante, que paga só 20% sobre as vendas em troca de um canto provisório no espaço.

Akemi Kumagai, Carlos Vidigal, Dety Bauche e Roseli Tangi são pequenos empreendedores e vendem suas criações numa loja compartilhada localizada na Zona Sul de São Paulo. Eles são donos de marcas de produtos autorais.

Vidigal é também um dos administradores do espaço. Em agosto do ano passado, o grupo se uniu para montar a loja colaborativa, com o objetivo de ter um ponto físico para as vendas e não depender apenas de feiras e eventos.

A loja colaborativa tem o expositor fixo, que paga uma taxa mensal de R$ 150 mais 20% sobre as vendas. É o caso de Akemi, que fatura cerca de R$ 5 mil por mês. Já o expositor flutuante fica livre da taxa mensal e paga apenas 20% sobre as vendas, em troca de um cantinho provisório no espaço.

Roseli, que produz desde 2017 terrários e arranjos, chamados de kokedamas, se tornou expositora flutuante no espaço em outubro do ano passado. Ela fica na garagem, na frente da casa, e serve como local de teste. Ela fatura R$ 4 mil por mês com as vendas. Dety produz antepastos e geleias e já está no espaço pela segunda vez.

Fonte: G1

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