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Rede Mulher Empreendedora: instituto apoia o empreendedorismo feminino

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A Rede Mulher Empreendedora foi idealizada por Ana Fontes em 2010. Entenda mais sobre o projeto!

Durante o programa “10 mil Mulheres da FGV”, realizado em 2010, Ana Fontes teve a ideia de criar um blog voltado somente para mulheres empreendedoras. A ideia era falar sobre os medos e dificuldades do empreendedorismo feminino. “Ela percebeu, então, que esses questionamentos eram compartilhados por outras mulheres, que também buscavam ajuda e apoio. A Rede surgia, assim, para suprir essa lacuna”, explica a rede em seu site.

Em 2017, Ana decidiu ir além e aumentar o leque de possibilidades da RMD. Diante disso, nasceu o Instituto Rede Mulher Empreendedora. Seu objetivo era focar na capacitação das mulheres em situação de vulnerabilidade.

“Um ano depois, em 2018, a relevância da RME se fortaleceu com a criação da Aceleradora Herd, braço responsável por criar programas de desenvolvimento e apoiar projetos e negócios de mulheres. Por assegurar a igualdade de gênero e fortalecer economicamente através do empreendedorismo feminino no Brasil”.

Veja como a Rede Mulher Empreendedora atua:

Atualmente, a Rede Mulher Empreendedora é considerada a primeira plataforma de apoio ao empreendedorismo feminino do Brasil, “com o propósito de empoderar empreendedoras economicamente, garantindo independência financeira e de decisão sobre seus negócios e suas vidas”.

A atuação da rede está em diversas frentes, como:

Ela Pode

Ainiciativa tem o apoio do Google e seu objetivo é capacitar 135 mil mulheres brasileiras. A rede proporciona capacitações gratuitamente para mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica, de acordo com as demandas apresentadas em cada região, com atenção especial para o Norte e Nordeste.

“Abordarmos temas importantes para os desafios mais comuns na área do empreendedorismo e empregabilidade, tais como: comunicação, liderança, negociação, finanças, networking, marca pessoal e ferramentas digitais”, explicam.

Trilha Empreendedora

Com 60 vídeos, a Trilha proporciona cursos gratuitos e online para mulheres que desejam empreender e conquistar o sucesso. Todos os cursos são desenvolvidos por empreendedoras renomadas e com ampla experiência.

RME Conecta

O programa conecta negócios de mulheres com grandes empresas para negociação e fornecimento B2B. “Segundo a pesquisa Empreendedoras e seus Negócios realizada em 2019 pela RME, apenas 20% vendem ou já venderam para empresas de grande porte, 55% das empreendedoras não sabem como realizar vendas B2B e 53% acreditam que a burocracia é um entrave para relacionamento com as grandes empresas e multinacionais”.

Diante disso, a RME Conecta seleciona, qualifica, capacita e certifica os negócios por um período de 1 ano. Durante este período, a mulher empreendedora participará de rodadas de negócios com grandes empresas.

RME Acelera

Um programa de aceleração de negócios com alto potencial de crescimento, fundados e liderados por mulheres. “O programa de aceleração é gratuito e equity free. Ao longo de 6 meses, os negócios selecionados passam por um acompanhamento individual e mentorias coletivas e individuais. O programa se encerra com um demo day para conexão com investidores”.

Marketplace

A plataforma permite que a empreendedora divulgue seu negócio e conquiste parcerias com outras pessoas interessadas em seus produtos ou serviços. Atualmente, a plataforma já conta com 1200 negócios cadastrados.

Afinal, quem são as mulheres empreendedoras no Brasil?

Segundo um estudo da RME, as mulheres empreendedoras têm, em média, 39 anos. Entre as participantes, 59% são casadas, 80% têm ensino superior completo e 53% são mães. Além disso, 24% trabalha de 4 a 6 horas no seu negócio, 27% de 7 a 8 horas e 23% de 9 a 10 horas. Entre os principais motivos delas para empreender estão:

  • flexibilidade no horário;
  • conciliar o trabalho com a família;
  • realizar um sonho;
  • trabalhar com algo que gosta ou por uma causa.

“As empreendedoras que iniciaram os negócios nos últimos três anos procuraram mais por qualidade de vida do que as que já empreendem há mais de seis anos. Empreendedoras com filhos mais novos veem no empreendedorismo uma opção para estar mais tempo com a família – mesmo que isso signifique ganhar menos dinheiro. Conforme os filhos crescem, as mulheres passam a focar mais nos negócios, procurando mais renda e sucesso”, explicam as organizadoras da pesquisa.

Curtiu conhecer mais sobre a Rede Mulher Empreendedora? Esperamos que sim. Caso você também seja uma mulher empreendedora, recomendamos que você se aprofunde no assunto. Leia nosso artigo e saiba quais são os principais desafios do empreendedorismo feminino.

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