Brasil é um dos países que lideram a digitalização de impostos, afirma estudo

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Brasil e Argentina são os que mais realizam a digitalização de impostos nas Américas, revela pesquisa

As notas fiscais eletrônicas entraram no mercado para substituir as notas físicas. Seu objetivo, além de facilitar a emissão, é reduzir o consumo de papel. Um estudo realizado pela nova edição do Índice Global de Complexidade Corporativa – Relatório de Contabilidade e Impostos (GBCI A&T, em inglês), produzido pela TMF Group, aponta que o Brasil está no caminho certo, pois está liderando, junto com a Argentina, a digitalização de impostos.

O estudo mostra que a digitalização é uma das quatro principais tendências que influenciam jurisdições em todo o mundo a melhorar sua reputação no cenário mundial e sua facilidade de operação. As outras tendências, fortemente ligadas a esses principais objetivos contábeis e fiscais, são a harmonização; mudança nas relações entre autoridades e empresas e a evolução de políticas fiscais.

Políticas tributárias

Outro dado interessante apresentado pelo estudo é que há novas tendências na maneira como os territórios alteram suas políticas tributárias. Muitas jurisdições estão ajustando a tributação para criar uma receita adicional ou um alinhamento com as normas internacionais.

No Brasil, onde diferentes tipos de impostos são gerenciados por diferentes níveis de governo, há um desafio maior quando se trata de introduzir e implementar uma nova legislação tributária.

Além dos impostos nacionais emitidos pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, mais comumente denominada Receita Federal (RFB), existem impostos regionais aplicados por 27 estados e 5570 municípios diferentes, cada um dos quais tem suas taxas individuais. Várias propostas diferentes de reformas estão sendo discutidas no Congresso, mas há um consenso de que o número de impostos precisa ser drasticamente reduzido.

“Em todo o mundo, vemos pequenos passos em direção à padronização dos princípios tributários e contábeis. No entanto, com base na experiência anterior de legislação supranacional, qualquer que seja a extensão da convergência, a realidade para as empresas é que elas ainda precisarão lidar com diferentes regulamentações em diferentes países. Entender os ambientes de negócios locais deve ser uma das principais prioridades para qualquer multinacional”, comenta Emine Constantin, Head global de contabilidade e impostos da TMF Group.

Curtiu saber o que o Brasil realmente entrou na onda da digitalização de imposto? Caso tenha realmente curtido, recomendamos que você leia nosso artigo e “saiba o que é a Nota Fiscal Avulsa Eletrônica (NFA-e) e como emiti-la”.

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